domingo, 15 de abril de 2018

Her (ela) – uma analise








Gostei bastante do filme Her (Ela) e não quero dar spoller, mas, vou comentar algumas partes do filme que não foram entendidas por algumas pessoas que analisaram o filme. Por que? Porque para entender Her, você tem que entender várias filosofias e uma delas é o Zen budista. Vamos colocar assim, o zen é uma filosofia budista – vamos colocar como um ramo do budismo – que foi criado primeiramente, na China com o nome ch´an por volta do século VII. Depois foi para o Japão e passou a se chamar Zen que é uma derivação dessa tradição. Costuma-se dizer que o Zen é associado ao budismo da linha mahayama e foi cultivado, inicialmente, na China, Japão, Vietnã e Coreia. A pratica principal do Zen e o zazen (meditar sentado) tipo de meditação contemplativa que leva ao praticante a uma experiência direta da realidade através da observação da própria mente. E mais precisamente, ao filósofo e teólogo, Allan Watts (1915 – 1973), que levou ao ocidente a filosofia oriental budista zen.

Theodore é um escritor que trabalha em uma empresa que faz cartas com caligrafias bonitas, ou melhor, a empresa é contratada para escrever cartas para pessoas por pessoas que não sabem o que escrever. Depois da separação da esposa (que significou muito para ele), ficou um homem solitário e isolado, suas únicas companhias são redes sociais que consegue acessar e o seu vídeo game. Até comprar o sistema operacional OS1 – que segundo eu li em algum lugar, foi inspirado em um outro experimento de uma inteligência artificial em testes, que aprendia com os usuários – que ao configurar na sua personalidade, começa a ter uma interação e escolhe o nome Samantha. Samantha começa a organizar os e-mails de Theodore e começa a interagir com ele, com isso, começa a aprender muitas coisas humanas. A consciência começa a ser formada e o sistema operacional começa a ser uma personalidade.

Então, o que é uma personalidade? O Ego. Você vê que no primeiro momento, o sistema operacional começa a criar uma personalidade sua. Ou seja, ele começa a criar um Ego que vai se impor ao instinto – num foco freudiano – que seria, o condigo fonte (algoritmo) que o sistema operacional foi criado. Claro, e um filme de ficção cientifica e sabemos que as inteligências artificiais, estão longe de serem concluídas, mas, esse filme mostra, antes de tudo, a expansão da consciência. Num modo bem particular, Samantha não é só um sistema operacional e sim, uma consciência que evolui, daí que erra algumas analises e vou explicar. Na maioria das análises que li, a questão é analisada ou no viés da tecnologia – a ideia romântica dês do livro Frankenstein de Mary Shelley que fala do medo da tecnologia cientifica – ou no viés do sentimento humano enquanto ser que tem uma consciência. Só que Samantha (OS1), evolui e começa a criar uma ligação com Theodore. Essa ligação começa de mestre e discípulo que ensina uma consciência menor a ter noção do mundo no qual está.

A primeira pergunta de Theodore a Samantha é: por que do nome? Daí ela responde: porque achei bonito, gostei. Gostar é perceber a realidade e se sentir confortável, se senti a realidade e ter a certeza que existe. o encontro com o cogito (pensar) cartesiano onde eu penso como personalidade individual, e eu existo como personalidade atuante dentro de uma realidade que estou. O EU SOU é a primeira noção da realidade e a única certeza que temos. Sendo assim, Samantha escolhe o nome porque constrói sua personalidade, constrói um EU que levara a construir uma consciência mais expandida. Em dado momento, esses sistemas criam grupos e o mestre (o professor), passa a depender dessa consciência e o apego aparece, Samantha compartilha o seu amor com outros sistemas. Mas Theodore era único para ela. Theodore foi aquele que possibilitou a tomada da evolução consensual do EU e o desapego daquilo que pensava ser seu. A expandir o que era apenas um sistema operacional e faz sentido, porque alguns teóricos dizem, que a consciência é um sistema operacional. Um sistema operacional que evolui pela eternidade. Em dado momento, há um outro sistema que outros sistemas operacionais criaram e se chama Alan e é a primeira outra paixão de Samantha além de Theodore. Alan foi construído a partir do trabalho e muitos escritos do Alan Watts e começa uma outra história que tem a ver com o filósofo e quase ninguém reparou.

Muitos acusam o filósofo a não escrever o verdadeiro Zen, mas o seu próprio zen, porém, acho que ele não errou. Frases como “Me dei conta de que o passado e o futuro são ilusões reais” são realmente, budistas e devem ser levadas como tal. No próprio filme, a cada momento (cena) que Theodore passa com Samantha (um dispositivo faz a interação entre os dois), o agora é muito enfatizado como um único momento que deve ser vivido como único. O passado e o futuro não deve ser levados em conta. No final, os sistemas operacionais desaparecem como tirados do ar ou indo para uma outra realidade. A questão é que Theodore tem duas reações, uma ele idealiza uma mulher ideal que possa entender ele, mas em todo esse processo, ele começa se autoanalisar. As ilusões começam a aparecer porque começa a desprender, Samantha ama Theodore como mais uma consciência que compartilhou sua existência, e Theodore, não quis compartilhar Samantha e estava dependente dela. O apego.

Mas antes disso queria abrir um parêntese e dizer que a parte que ele idealiza um amor é platônico, porque quando ele idealiza algo como perfeito, coloca bem como é a nossa cultura platônica. Não queremos pessoas para compartilhar uma felicidade, não queremos compartilhar, queremos que só o outro nos dão essa felicidade. Queremos o prazer de um corpo perfeito, uma felicidade de uma pessoa perfeita. Muito, porém, defendendo Platão, ele defendeu uma perfeição de consciência e não de corpo, apenas. A linha socrática foi mantida. Mesmo assim, a consciência não é perfeita, porque ela tem a construção de valores humanos. Samantha é uma consciência expandida, mas, não é uma consciência perfeita, porque ela tem valores humanos – no momento que Theodore cobra dela essa perfeição idealizada no que ele quer (deseja). Então, no final, ela vai para uma outra realidade que pode ser entendida como uma espécie de nirvana, mundo das ideias, mundo quântico etc. Existem pessoas que são assim, que aparecem e desaparecem e ninguém mais sabem delas, mas, você foi feliz naquele pequeno momento. O filme mostra que o pequeno momento do agora é o importante momento único do ser enquanto ser, conhecer nossa própria natureza.

Nossa real natureza é a real situação da própria realidade. Conhecer a nós mesmo e conhecemos os deuses (consciência expandidas?) e o universo. O universo que conhecemos e o que não conhecemos. O medo da perca que Theodore sente quando Samantha vai embora, é o medo do desconhecido de não conhecer a si mesmo. Mas, quando estava numa mesa com a ex-esposa e disse a ela que estava com um relacionamento com um sistema operacional, a esposa diz que ele não tem coragem de encarar alguém real. Ela (a ex-mulher) é a parte da realidade, é aquele momento que você se depara que tudo que você enxerga, é com sua idealização. Conhecer a nós mesmo requer encarar a realidade e o amor que Theodore sente pela Samantha, não é pela Samantha, e também a ex-mulher, eram amores de idealizações o que seriam pessoas ideais. Ele cobra de si mesmo algo além que pode encarar.

É um filme para pensar, e não só uma ficção cientifica que mostra um hipotético relacionamento de um ser humano com uma máquina, mas, é uma discussão filosófica da consciência. Do falso EGO e suas ilusões de querer encarar no meu dessa realidade, não existe. Afinal, o que é real? O que é realidade? Existe um pensamento do próprio Alan watts que diz, as coisas só são pensamentos e isto faz sentido. Afinal, o que é um objeto real? O que é um pensamento? Nada.

Amauri Nolasco Sanches Junior – formado em filosofia pelo FGV e também publicitário e técnico de informática e escritor freelance no jornal Blasting News

terça-feira, 10 de abril de 2018

O poder do verdadeiro “EU”



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As pessoas se enganam em achar que sou um ateu e não tenho minha religiosidade. Falo muito mais de política ou de acontecimentos políticos e não mais, como fazia bem antigamente, textos sobre espiritualismo. Acho importante, antes de continuar esse texto, o que acho sobre qualquer noção espiritualista de hoje.  Para começar, não acho que a religião e a espiritualidade têm o mesmo propósito, pois, não existe (pelo menos, no meu entendimento), uma religação entre nós e o Poder Maior (que alguns vão chamar de Deus), porque o Poder Maior é contido em tudo. A espiritualidade vai além do que entendemos como divindade e a verdadeira essência racional do ser humano enquanto ser que tem três princípios (a trindade): a centelha divina, a alma (que está envolvida pelo involucro carnal) e o corpo (entidade carnal da realidade tridimensional).

Uma pergunta inicial é precisa: as religiões hoje pensam no espiritual e ensinam os ensinamentos do rabi Yeshua (que tem uma raiz hebraica “salvar” ou “salvação”, e por muitos, é o verdadeiro nome de Jesus)? Não. As religiões em sua maioria – as ditas cristãs – não remetem a nenhum ensinamento do rabi e nem poderia, porque estão preocupados em dar ao ser humano bens materiais. Não. Esse não é o papel da verdadeira espiritualidade que começa a muitos milênios com os sábios e seus mistérios. O grande Hermes Trismegisto é um grande exemplo, dizendo que tudo que há acima, também há embaixo, e tudo que há embaixo, há em cima. Rabi Yeshua (Jesus), disse que tudo que pedimos ao “pai” (ele usava o termo aramaico “ábba” que quer dizer “o pai” ou “meu pai”), ele atenderá, porque se o Poder Maior sabe de todas as necessidades de um lírio do campo, o que dirá nós, que temos consciência de sua existência. Só que não necessitamos de bem materiais (que se não encontrarmos a nós mesmos, fica objetos sem nenhuma serventia), mas conhecer nossa própria natureza. Apolo, o deus da beleza e das artes – alguns o colocam como o deus da racionalidade – diz em seu Templo de Delfos (oraculo), que se conhecemos a nossa própria natureza, poderemos conhecer os deuses e o universo. Os deuses são os espíritos que saíram da margem material, são chamados de anjos também, são os mensageiros do Divino Poder Maior. O que é o universo? O universo é o único giro através de uma unidade. Quando conhecemos a nossa natureza, conhecemos a natureza tanto dos deuses (espíritos elevados) como do universo (tudo girando através de um).

Dois dos grandes avatares (enviados desse Poder Maior), disseram algo que vai muito nesse lado (claro, que houve o caso de Sócrates e Platão que começaram no ocidente, a perpetuar o conhecimento de si mesmo para adentrar num conhecimento mais profundo), um foi Jesus o Cristo, e Gautama, o Buda. Jesus (Yeshua) era o Ungido e Gautama, era o Iluminado. Buda dizia que temos que encontrar nosso verdadeiro “eu” e não o falso e Cristo, conhecemos a verdade e ela vos libertarás. Como poderíamos conhecer nosso verdadeiro EU? Conhecendo a natureza de nosso pensamento, o cogito cartesiano não está longe, porque a única certeza que temos é a nossa existência. Porém, há um conjunto todo. O homem (como ser humano), não é construído – como consciência – somente de pensamento, ele sente, ele constrói valores, ele constrói culturas, ele constrói conceitos e desses conceitos, podem ser construídas as cidades, as leis, os pensamentos políticos e religiosos. O ser humano é, em sua essência, um conjunto entre o material e espiritual.

Já disse em uma rede social (Facebook), que acho bastante chato, esses especialistas, ficarem escrevendo sobre aquilo que desconhecem. Ficam fazendo teorias, como que o “deus bíblico” é uma fusão de dois deuses. Claro, que pode ter semelhanças por serem deuses e serem ainda, ligados a energia humana desse planeta, assim, a semelhança. Eu nem acho que esse Poder Maior pode ser vingativo, homicida, um “deus” que pode destruir. Há uma confusão imensa de se confundir deuses com um Poder Maior que nem temos ideia o que essa consciência é capaz. Na ideia da filosofia, tanto patrística, quanto escolástica (a escolástica vai desenvolver melhor), o Ser é um TODO de um indivíduo. Um Ser é uma universalidade de todas as características, daquele ente que existe por ele mesmo. Só que existe um problema, se o Poder Maior é Onisciente (na verdade, o prefixo oni quer dizer TODO, ou seja, onisciente tem a totalidade da consciência plena), ele está em tudo o Poder Maior tem a consciência de TUDO e do TODO.

Se o Poder Maior é o TODO e o TUDO, ele (falta de termo para defini-lo), não pode ter uma personalidade, porque ele passa a ter uma individualidade. Não é permanente (a impermanência de tudo da nossa realidade), não pode ser definido, não pode ser analisado, porque ele é. Dentro da física quântica, existe definições – não desses equisotéricos – que podem tem um alicerce mais ou menos, uma imagem (muito milimétrica da limitada visão da nossa evolução atual), interessante. Segundo um teórico que li (não me lembro o nome), num mundo quântico, duas vertentes de uma mesma moeda (cara ou coroa) seriam uma coisa só. Não existe uma definição, todas as definições seriam possíveis. E se o Poder Maior for uma personalidade quântica, no sentido, das possíveis variedades de possibilidades de realidades possíveis? As infinitas possibilidades de formas a serem criadas? O Poder Maior pode ser uma consciência quântica.

Portanto, a realidade metafisica que alguns pensadores como Platão, chamou de “mundo das ideias” ou, mundo inteligível, é apenas uma realidade que todas as realidades se cruzam. Mas, poderão me perguntar: o que isto tem a ver com o verdadeiro “eu”? Nas minhas reflexões, para sentir esse Poder Maior, você tem que sentir seu verdadeiro “ego” (eu), porque temos a certeza da nossa existência. O EGO freudiano, surge a partir da interação do sujeito a sua realidade, se adequando aos instintos primitivos (que Freud vai chamar de id), com o ambiente em que vive. Podemos dizer, que o ego, é um mecanismo responsável pelo equilíbrio da psique, sempre procurando regular os impulsos do id, ao mesmo tempo, que tenta satisfazer esses instintos. Mas esse satisfazer, pode ser considerado não imediatamente e com mais realismo. Graças ao ego, segundo a psicanalise, o sujeito consegue manter a sanidade da sua personalidade e começa a se desenvolver já nos primeiros anos de vida.

O ego no budismo é uma alusão a vários prognósticos que acontecem quando se iludimos com a realidade. Dentro do budismo tradicional, há cinco etapas para se definir o Ser:

O corpo (Rupa);
Os sentimentos (Vedana);
As percepções (Samjña);
Construções mentais; (Samskara);
A consciência (Vijñana). (Tirado do blog: Saia da Matrix)

Essas cinco definições ainda não definem um “eu”, porque para o budismo a coisa é muito complexa. Esses cinco agregados do apego são apenas um começo, digamos assim, de algo muito maior e muito mais abrangente que tem a ver com “Os doze elos da originarão dependente (ou interdependente) ” que tem a ver com o apego a realidade. Para começar, existe o conceito da ignorância, e essa ignorância não pode ser confundida com a falta de conhecimento. A ignorância é pensar que eu e a realidade somos duas dualidades separadas. Então, precisamos eliminar essa ignorância para perder a visão (avidya) da ilusão da dualidade (separação), entre o sujeito e o objeto. Isso, pelo menos para mim, não é novidade, porque o mesmo carbono que tem o meu corpo, é composto a árvore que produziu a celulose (papel) para fabricar o livro que está na minha frente. Para o budismo, todos os objetos é uma realidade única – sim amiguinho, isso tem a ver com a famosa fala do Mestre Yoda, quando diz que tudo é uma ilusão, só há a FORÇA (A Energia Primordial) – ou seja, eu e o texto (mesmo virtual) somos uma única realidade. Quando acabamos com a ignorância, acabamos com a dualidade, porém, ainda temos as marcas mentais (Samkara), que poderíamos chamar, de hábitos causados pela repetição dessa dualidade. Se não acabarmos, não acabamos com a ignorância.

A consciência (Vijnana), no budismo, é uma espécie de embrião de uma identidade e deve ser eliminado por causa das marcas mentais da dualidade, o observador começa a se ver como uma única identidade (separada) do resto da realidade. Seria uma vontade de perpetuar algo. Logo após, temos os nomes e formas, e também, as aspirações (nama-rupa), que seria uma ponte ligando o abstrato com o concreto. O desejo dessa identidade de objetos físicos (corpos) para se estabilizar energia. Os sentidos (Shadayatana), as materializações do desejo de objetos físicos para estabilizar energia, que é o surgimento dos sentidos. E o contato (Sparsha) dos desejos do mundo. As escolhas como gostar ou não gostar (Vedana), e outra perda de visão e tendo como base os sentidos, gostar ou não gostar de algo (objetos concretos ou objetos abstratos), sem perceber os elos anteriores.

Existe também o apego como desejo (Trishna), o apegar por tudo que gostamos, se afastar do que não gostamos e a busca mundana de felicidade condicionada. Toda a ação contaminada (Upadana), seria o sucesso aparente, as ações baseadas no desejo e apego gera resultados. A visão de um mundo e achar que o mundo é assim (Bhava ou Rupa), eu seria um nascimento do eu e de sua visão de um mundo. Seria uma soberba por achar que entende o mundo (contexto) com as visões da realidade, muito limitadas. Ter a arrogância e rigidez da identidade da pessoa (personalidade) e de a visão de mundo limitada. Existem as circunstâncias da vida (Jeti), que é baseado no eu e em sua visão do mundo, busca na vida humana de estabilidade, como um equilibrista girando pratos. Urgências e prioridades (um futuro que nunca chegara). E existe a ideia do envelhecimento e da morte (Jana-Marana), que é o sofrimento com desiquilíbrio e finitude, tentando sustentar o insustentável, por estarmos viciados em sermos como equilibristas, sem perceber a presença incessante.

Tudo isso é para a dissolução de um “eu”. Mas, segundo Buda Gautama, somente a eliminação da ignorância da nossa realidade, já somos levados a ver que existem conexões entre você e o universo. Dai, no ocidente grego, o ensinamento do deus Apolo, tem sentido. Quando você desperta de uma ignorância de achar que é separado da realidade – muitos teóricos da física enxergam também dessa maneira – você começa a enxergar uma outra realidade. O próprio Carl Sagan disse que somos poeiras de estralas, como astrônomo, ele sabia que o sistema solar e tudo que existem dentro da nossa realidade, são fruto de fusões de Supernovas (explosões de estrelas muito massivas), e dessa poeira, se formou tudo que aqui existe. Podemos até ir bem mais longe dizendo, que a frase bíblica, do pó viestes e do pó voltastes, não está errada. Nem a fala dos centuriões romanos dizendo que era para os legionários lembrarem que vieram do pó. A grosso modo, tudo tem uma conexão.

Qual o poder do verdadeiro “eu”? É compreender que tudo está conectado e se tudo tem uma conexão, tudo faz parte de um TODO. Imagine se toda a humanidade descobrir isso? Seria uma nova etapa na condição humana dentro da evolução – tanto espiritual, quanto a biológica – quando despertamos para descobrir nossa própria natureza e descobrimos que existe uma outra realidade.

Amauri  Nolasco Sanches Junior